Eu odeio esse domínio que você exerce sobre mim. Mesmo quando está errado. Eu odeio a forma da qual meu humor depende inteiramente do teu, odeio esse olhar de decepção que vem de ti, odeio suas palavras rudes e seu abraço sem vontade. Odeio seu “eu te amo” sem espontaneidade, sua voz falhada e a maneira como você mente extremamente bem. E me odeio por ser tão parecida contigo. E nem te odiando em tantos aspectos consigo de fato de odiar. Irônico esse tal de amor, não?
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